Umav Ozatroz

rimando, aspirando, transformando

frio

ninguém viu
a cotovia partiu
a gaiola vazia
sem serventia
o gato calado
nem um miado
as nuvens pesadas
descortinadas
o álcool nos lábios
acorda um sábio
viu o universo
em sonho sem verso
murmurrar desconexo
só pensa no sexo
as bundas corridas
pelas mãos escorridas
no céu passa um vulto
passado avulso
o copo vazio
e nem mais um pio
só o vil frio brio

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