Umav Ozatroz

rimando, aspirando, transformando

Caminho

Há um caminho
  Por onde não há barreiras
  Por onde pés sem corredeira
Sentem carinho
  Por onde bocas sem bebedeira
Cantam idílios

Há um caminho
  De portas sempre abertas
  De visitas sem nenhum alerta
Nunca sozinho
  De vergonhas já desertas
Em exílio

Encontrar o caminho é difícil
Reconhecer o caminho é impossível

  Apenas sabe-se nele se achar
Quando de uma reta
  Todo destino ao fim se encontrar

Sob seus pés a trilha é invisível
Perder-se pelo caminho é fácil

Em martírio
  De vicissitudes incertas
Sempre sozinhos
  De vergonhas reabertas
  De portas sem frestas
Pelo caminho

Gritam desatinos
  Por bocas em choradeira
Sentam perdidos
  Por pernas em canseira
  De tanto saltar barreiras
Pelo caminho

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