Umav Ozatroz

rimando, aspirando, transformando

Juizo

Os mesmos covardes de merda
De sempre escondidos
A encobrir todos os desatinos
De quem na lei monta em farda.

Não é a primeira nem última
Vez em que lágrimas
Lavam pra longe todas as lástimas
Encobertas por sujas túnicas.

São eles que com suas táticas
Nos enchem de medo
E também de revolta que com gelo
A vingança os consumirá ávida.

Quando quem comanda deserda
Vocês estarão perdidos:
“Quem com ferro fere será ferido”
“Justiça não falha, apenas tarda”

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