Umav Ozatroz

rimando, aspirando, transformando

Esplêndida

Beleza tão cândida
  Tão boa de se ver
Presença tão lânguida
  Que nos faz sofrer

Para os olhos um colírio
  Desigual em pormenores
Assimétrica feito lírio
  Desabrocha em amores
  Alheia a todas dores
Dos que sentem fascínio
  Por qualidades menores
De virtudes em exílio

  No cerne de seu ser
Esconde recôndita
  A alma a apodrecer
Sordidez esplêndida

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