Umav Ozatroz

rimando, aspirando, transformando

Paneto

Hoje me decidi:
  Quero mesmo é fazer pão!
  Pois de viver de ilusão
Já me compadeci!

Pães quentinhos e bem crocantes:
  Para o corpo alimento,
  Para a alma um alento.
Quem de casa sai sem comê-los antes?

Minha força se esvai
Em inútil poesia
Com que a todos acalento

Mas não me traz sustento;
Porém à padaria
Até mesmo o poeta vai.

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4 Respostas para “Paneto

  1. mecanismodedefesa 02/08/2011 às 23:00

    ainda tentando compreender o comentário vulgo blog. passei aqui e gostei da tua poesia. pão quentinho acolhe tripa&coração

  2. itallo Caique 09/08/2011 às 21:56

    Fabricio Carpinejar disse certa vez, numa entrevista, que a boa leitura causa silêncio. Trata-se de um sinal de aprovação, segundo ele.
    Pois eu não sei o que comentar sobre tua poesia. A admiração por tua escrita é o suficiente.

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