Umav Ozatroz

rimando, aspirando, transformando

Venereabilidades

Me sinto tão Vulnerável
  Sem você por perto…

  Como se ao deserto
Em calor tão Intolerável
Me dobrando, Miserável
  Se esvaísse incerto
  De meu cerne aberto
Segredos e medos, Incontrolável.

Como mãos da areia brotando
  Tremulantes e Bruxuleantes
Subindo as pernas tateando
  Vacilantes e Hesitantes
Em mim por fim encontrando
À portas fechadas, forçando
  Sutilmente mas Constante
À minha timidez derrubando
  E Confiantes e Exultantes
De minha essência se saciando.

Sanhas e fados, Irreparável
  Perdas, que me alerto:
  “Desatualizado, é certo.”
Me deixo levar, Inenarrável
Consciência tão Subjugável
   Que, coração em aperto…
 
  Com você já me cerco
Invulnerável, ladra Venerável…

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