Umav Ozatroz

rimando, aspirando, transformando

Capa

Minha poesia expõe em livro aberto
  Minhas plenas dores e insatisfações.
  Em rima fluindo seca, aos borbotões,
Poucos ouvidos encontra por perto
Atentos a algo que se tem por certo
  Causador de fadigas e preocupações.
  Sem rimas coloridas ou mistificações
Falta capa vistosa a deixar encoberto.

Me questiono qual caminho a seguir:
  Me expor a público escrutínio
Sem qualquer público a me perseguir?
  Ou com lugar-comum ter fascínio
  Dessa gente inculta, e domínio
Ao cantar bobagens sem nada arguir?
  Talvez antes sem amor e patrocínio
Que estereótipo sem nada conseguir.

Minha poesia permanecerá em aberto
  A ridicularizar minhas limitações:
  Minhas somente e sem imitações.
Não importa que árida feito deserto
Sufocante, a garganta já em aperto
  Ao avançar por curvas provações
  Rico oásis de interpretisfações
Além da murcha capa será descoberto.

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