Umav Ozatroz

rimando, aspirando, transformando

Choro

Quem dera minh’alma
  Voltasse a ser pequena
  Inocente e serena
Como de criança em fralda.
Pudesse sonhar, calma,
  Liberta e amena,
  Cantando poema
Sem o mundo a fazer falta.

Mas horrores e loucuras
  Ansiedades e medos
A puseram além de curas
  Alívios ou sossegos!
  Trôpegos e sôfregos
Versos seguem, te asseguras,
  A rimar teus segredos
Por rios de amarguras.

Quem sabe assim,
  A alma a afogar,
  Possas tu rogar
Encontrar paz, enfim.
Por olhos carmesim
  Qual bebê a chorar
  Precipícios inundar
E à outra margem chegar ao fim.

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